
CNPJ: 21.207.186/0002-05 - Rua da Paz 195, Centro, Curitiba, Paraná CEP: 80060-160
CNPJ: 21.207.186/0001-24 - Estrada da Graciosa 1013, Atuba, Colombo, Paraná CEP: 83413-200
Não, apenas advogados ativos ou advogados licenciados usuários, regularmente inscritos na OAB Paraná.
Conforme prevê o Estatuto da CAA-PR, são considerados dependentes dos Advogados:
Artigo 36 - São considerados dependentes do advogado, para efeitos do presente Estatuto:
a) cônjuge, ou companheiro, como tal reconhecido pela legislação civil;
b) filhos e enteados menores de dezoito anos, ou até atingirem vinte e cinco anos, se solteiros, que cumulativamente forem alunos de curso superior reconhecido, de graduação, e filhos maiores incapazes ou inválidos.
c) menor sob guarda, tutelados ou curatelados, com apresentação de documento comprobatório.
Lembrando que será necessária a apresentação do documento que comprove o vínculo.
Não. Apenas os advogados regularmente inscritos na OAB Paraná e seus dependentes estatutários.
Não. É permitido apenas a compra para aplicação na Subseção que está em seu cadastro no sistema da OAB Paraná.
Para casos em que seja necessário que o gesto vacinal seja em outra localidade que não a sua, favor entrar em contato com a CAAPR antes de realizar a sua compra pelo portal.
Telefone e e-mail de contato:
(41) 3250-58 02 / 3250-5879 / 3250-5822
vacinas@caapr.org.br
Abbott
INFLUVAC® TETRA
vacina influenza tetravalente
(inativada, subunitária)
Cepas 2025
APRESENTAÇÕES
INFLUVAC® TETRA (cepas influenza) suspensão injetável apresentada em embalagem contendo:
- 1 seringa, com agulha, preenchida com 0,5 mL ou
- 10 seringas, com agulha, preenchidas com 0,5 mL cada
VIA INTRAMUSCULAR (PREFERENCIAL) OU SUBCUTÂNEA PROFUNDA (ALTERNATIVA).
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 06 MESES
COMPOSIÇÃO
Cada seringa de 0,5 mL de INFLUVAC® TETRA contém:
A/Victoria/4897/2022(H1N1)pdm091................................................................................. 15 mcg de hemaglutinina
A/Croatia/10136RV/2023 (H3N2)2..................................................................................... 15 mcg de hemaglutinina
B/Austria/1359417/20213 .................................................................................................. 15 mcg de hemaglutinina
B/Phuket/3073/20134.......................................................................................................... 15 mcg de hemaglutinina
cloreto de potássio ......................................................................................................................................... 0,10 mg
dihidrogenofosfato de potássio....................................................................................................................... 0,10 mg
fosfato dissódico di-hidratado ........................................................................................................................ 0,67 mg
cloreto de sódio ................................................................................................................................................ 4,0 mg
cloreto de cálcio di-hidratado ....................................................................................................................... 0,067 mg
cloreto de magnésio hexaidratado .................................................................................................................. 0,05 mg
água para injetáveis ................................................................................................................................ q.s.p. 0,5 mL
As cepas análogas utilizadas na produção desta vacina foram:
1A/Victoria/4897/2022, IVR-238
2 A/ Croatia/10136RV/2023, NYMC X-425A
3 B/Austria/1359417/2021, BVR-26
4 B/Phuket/3073/2013, tipo selvagem
Deve-se acessar o portal de vacinas e realizar o reagendamento.
Ressaltando que só é possível reagendar para datas e horários disponiveis no portal para a sua localidade.
Não. Procure a Tesouraria da Seccional para regularizar sua situação.
cobranca@oabpr.org.br ( 41) 3250-5715 / 3250-5722
Não é possível comprar ou trocar para outra Subseção a aplicação da vacina.
Para casos em que seja necessário que o gesto vacinal seja em outra localidade que não a sua, favor entrar em contato com a CAAPR antes de realizar a sua compra pelo portal.
Telefone e e-mail de contato:
(41) 3250-58 02 / 3250-5879 / 3250-5822
vacinas@caapr.org.br
Não. A compra deve ser realizada - exclusivamente - pelo portal de vacinas.
Se tiver problemas com a compra:
Telefone e e-mail de contato:
(41) 3250-58 02 / 3250-5879 / 3250-5822
vacinas@caapr.org.br
Havendo disponibilidade de dia e horário é possivel reagendar, através do portal de vacinas.
Ressaltando que deve se atentar aos dias e horários que a campanha irá ocorrer na sua localidade.
Sim pode tomar! De acordo com a nova normativa da Anvisa não necessita ter intervalo entre elas (Ex.: hoje pode realizar a Vacina da Covid-19 e amanhã realizar a Vacina contra Influenza sem restrições).
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
É preciso esperar 15 dias entre a imunização contra Covid-19 e a aplicação de outras vacinas previstas para as faixas etárias. “Para crianças de cinco a 11 anos, não liberamos concomitância entre as vacinas “, explica Renato Kfouri, presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
Em resumo é indicado tomar com a orientação médica (prescrição médica).
A vacina pode ser administrada a mulheres grávidas após uma avaliação dos riscos e benefícios.
INFLUVAC® TETRA pode ser usada durante a amamentação.
Bula da Vacina abbott abaixo:
Fertilidade, gravidez ou lactação
Vacinas de influenza inativada podem ser utilizadas em todos os estágios da gravidez. Um grande número de dados
de segurança está disponível para o segundo e o terceiro trimestre, comparado com o primeiro trimestre de gravidez.
No entanto, dados do uso mundial da vacina influenza não indicam qualquer efeito adverso fetal ou maternal
atribuído à vacina.
Categoria de risco na gravidez: C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem
orientação médica.
Lactação
INFLUVAC® TETRA pode ser usada durante a amamentação.
Fertilidade
Não existem dados disponíveis relacionados à fertilidade com o uso de INFLUVAC® TETRA.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
A Vacina não interfere na medicação e nem tem reação ou efeito adverso por causa do antibiótico.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
A Vacina não interfere na medicação e nem tem reação ou efeito adverso por causa do antibiótico. Só quem é alérgico a neomicina ou a outro antibiótico pode ser alérgico a vacina, e neste caso não deve tomar a vacina sem o acompanhamento médico hospitalar.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Só não é indicado se a pessoa estiver com febre e / ou apresentou febre no dia anterior antes da vacinação.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Não devem tomar a vacina. Só após estar sem febre e com a orientação médica ele sera indicado a tomar a vacina.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Pode tomar a Vacina da Gripe pois elas são "Inativadas" e não interferem com vacinas "Atenuadas".
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Vacina QUADRIVALENTE: ABBOTT / SANOFI - CEPAS 2025
um vírus do tipo A/Victoria/4897/2022 (H1N1) pdm09;
um vírus do tipo A/Croatia/10136RV/2023 (H3N2); - NOVA CEPA
um vírus do tipo B/Austria/1359417/2021 (linhagem B/Victoria); e
um vírus do tipo B/Phuket/3073/2013 (linhagem B/Yamagata).
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Não. A vacina contra a gripe e as pneumocócicas — também citadas em alguns boatos — são extremamente importantes, mas não conferem proteção contra qualquer tipo de Corona Vírus.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Não, pois o resfriado é diferente de gripe. A vacina não imuniza contra o resfriado causado por outros vírus.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
A vacina só não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo – usada na sua fabricação.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Não. A vacina usada na campanha contra a gripe é segura e bem tolerada. Em poucos casos podem ocorrer manifestações de dor no local da injeção ou endurecimento. Isso pode ser associado a erro técnico de aplicação. Além disso, as pessoas que não tiveram contato anterior com os antígenos – substâncias que provocam a formação de anticorpos específicos – podem apresentar mal-estar, mialgia ou febre. Todas estas ocorrências tendem a desaparecer em 48 horas.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Sim, pode tomar. O recomendado é que o paciente espere após os sintomas 30 dias para tomar a vacina da gripe. Entretanto, esse tempo pode variar, pois o tratamento e tempo de cura podem ser diferentes entre os pacientes. Nos casos onde o Covid-19 afetou mais o paciente é recomendado a orientação Médica também
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Não, a vacina previne contra a gripe e o antigripal é um medicamento para o alívio sintomático da gripe, usado para reduzir os efeitos causados pela doença.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Todos nós devemos nos vacinar para fazer uma barreira contra o vírus, mas os grupos prioritários recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e fazem parte da estratégia do Ministério da Saúde são: pessoas com 60 anos ou mais, gestantes, mulheres no período de até 45 dias após o parto (em puerpério), crianças entre seis meses e dois anos de idade, profissionais de saúde, indígenas, pessoas privados de liberdade, além dos doentes crônicos e transplantados
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969.
São grupos que estão mais vulneráveis a contrair a forma mais grave da gripe, que pode evoluir para pneumonia e até mesmo para o óbito.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Não. A vacina contra a Influenza (gripe) é inativada, contendo vírus mortos, fracionados ou em subunidades não podendo, portanto, causar gripe. Quadros respiratórios simultâneos podem ocorrer sem relação causa efeito com a vacina.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Os bebês que nascem de mães vacinadas durante a gestação herdam anticorpos que permanecem por alguns meses após o nascimento. Mas, se a mãe não se vacinou na gravidez, ainda pode transferir seus agentes protetores através do leite materno após se vacinar. Lembramos que a vacina também está disponível na Campanha para mulheres no puerpério (até 45 dias após o parto). As demais pessoas que mantêm contato frequente com o bebê — mães após o puerpério, pais, irmãos, avós e babás, por exemplo — também devem estar em dia com a vacinação contra a gripe e outras doenças infectocontagiosas, para reduzir os riscos de transmissão ao recém-nascido.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
A vacina disponível atualmente não é recomendada para o grupo de menores de seis meses em razão de não haver estudos que demonstrem a qualidade da resposta imunológica, ou seja, a proteção não é garantida.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Crianças abaixo de 9 anos que nunca tomaram a Vacina contra a Influenza terão que tomar duas doses da vacina com intervalo de 30 dias. Assim, crianças que já se vacinaram em anos anteriores com menos de 9 anos precisam tomar somente uma dose da vacina.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre 2 a 3 semanas após a vacinação, e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses. O pico máximo de anticorpos ocorre após 4 a 6 semanas após a vacinação.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
A revacinação anual contra a gripe é fundamental por dois motivos. O primeiro é que a proteção conferida pela vacina cai progressivamente seis meses depois da aplicação. O segundo é a variação dos subtipos de influenza circulantes. Como eles mudam com frequência, mesmo que o efeito da vacina durasse mais tempo, ela poderia não proteger contra os vírus do inverno seguinte. É importante esclarecer que não há atualmente uma vacina somente contra o H1N1: ele é um dos três ou quatro tipos de vírus influenza contidos nas vacinas disponíveis e, apesar de ter ficado famoso na pandemia de 2009, oferece os mesmos riscos que os demais.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Dura de 6 a 12 meses.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Não é obrigatória a apresentação da caderneta de vacinação, mas este documento é necessário para atualização de outras vacinas do calendário de vacinação.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Infelizmente, não. Os vírus que causam a gripe sofrem mutações com alguma regularidade, o que significa que um mesmo tipo pode adquirir características diferentes com o passar do tempo. Por exemplo, o H1N1 de um ano não obrigatoriamente será o mesmo no ano seguinte. Além disso, durante o inverno, circulam outros tipos, como a influenza H3N2, a influenza B etc. Todos podem levar a quadros graves, com risco de internação e até mesmo de morte, dependendo da condição de saúde da pessoa. Vacinar-se contra a enfermidade a cada ano é sempre a melhor proteção.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Sim, a imunidade dura – após a vacina – de 6 a 12 meses. A composição da vacina e produção é anual, e pode mudar conforme os vírus que circularam no ano anterior.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
São causadas por diferentes subtipos do mesmo vírus da influenza. O subtipo A (H1N1) produziu a pandemia de 2009 e continua circulando como mais um dos subtipos do vírus da influenza. Os sintomas da gripe comum e H1N1 são parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. O importante é que a pessoa que apresentar algum desses sintomas procure o serviço de saúde para receber o tratamento com o antiviral, quando indicado.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Não. O resfriado comum é também chamado de coriza aguda e caracteriza-se pela inflamação das vias aéreas superiores, com obstrução nasal e/ou tosse. Geralmente a pessoa com resfriado não tem febre. A síndrome gripal é a doença aguda (com duração máxima de cinco dias), com febre, acompanhada de tosse ou dor de garganta e também com infecção aguda das vias aéreas superiores (faringe, laringe, amídala e traqueia).
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
O vírus é transmitido de pessoa a pessoa, principalmente por meio da tosse ou do espirro e, principalmente, pelo contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas ao se tocar superfícies contaminadas e depois levar a mão ao rosto.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Para se prevenir, as pessoas devem ser orientadas a tomar alguns cuidados de higiene como: lavar bem, e com frequência, as mãos com água e sabão; evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies; não compartilhar objetos de uso pessoal e, ainda, cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Pessoas que nunca tomaram a vacina e tem histórico de reações alérgicas severas é indicado fazer a vacinação nos postos de saúde. Lá você terá atendimento imediato com todos os medicamentos e equipamentos necessários.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou. Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais que 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas. Geralmente são Manifestações locais como dor, vermelhidão e endurecimento ocorrem em 15% a 20% dos vacinados. Essas reações costumam ser leves e desaparecem em até 48 horas. Manifestações sistêmicas também são benignas e breves. Febre, mal-estar e dor muscular acometem 1% a 2% dos vacinados. Têm início de seis a 12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias, sendo mais comuns na primeira vez em que tomam a vacina. Reações anafiláticas são raríssimas.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
No caso de história de síndrome de Guillain-Barré (SGB) até seis semanas após a dose anterior da vacina, recomenda-se avaliação médica criteriosa sobre o risco-benefício antes de administrar nova dose.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
• Pessoas com história de alergia grave ao ovo de galinha, com sinais de anafilaxia, devem receber vacina em ambiente com condições de atendimento de reações anafiláticas e permanecer em observação por pelo menos 30 minutos.
• No caso de história de síndrome de Guillain-Barré (SGB) até seis semanas após a dose anterior da vacina, recomenda-se avaliação médica criteriosa sobre o risco-benefício antes de administrar nova dose.
• Excetuando os casos aqui citados, não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
• Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode-se usar medicação para dor, sob recomendação médica.
• Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
• Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais que 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
A gripe é uma doença séria, que mata mais de 650 mil pessoas todos os anos, de acordo com um recente levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso porque, além dos sintomas clássicos como dor no corpo, cansaço, nariz entupido e febre alta, pode trazer complicações como pneumonia e infarto.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Sim, é verdade! E isso vale para todas as vacinas, não só a da gripe. Isso acontece porque o organismo de quem foi imunizado desenvolve anticorpos contra o vírus e, com isso, quando houver contato com esse vírus, as células de defesa dessa pessoa vão matá-lo, impedindo que o vírus atinja quem estiver próximo.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
O vírus H1N1 e H3N2 não têm diferença em relação ao quadro clínico. Ou seja, os sintomas e complicações são os mesmos. A diferença fica por conta da mutação do vírus.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
Não. Se ele já se vacinou em anos anteriores se se na primeira vez ele tomou duas doses, agora ele toma somennte uma dose por ano.
Fonte: Relatório expedido pela Clínica VacineMais, responsável ténico Marlon Rodrigues Araújo - CRF PR 12.969
CNPJ: 21.207.186/0002-05 - Rua da Paz 195, Centro, Curitiba, Paraná CEP: 80060-160
CNPJ: 21.207.186/0001-24 - Estrada da Graciosa 1013, Atuba, Colombo, Paraná CEP: 83413-200